
TIRA DÚVIDAS
Aqui, respondo às dúvidas mais comuns para que você se sinta seguro(a) em nossa jornada.
PRINCIPAIS PERGUNTAS E RESPOSTAS.
A cirurgia bariátrica exige uma reestruturação profunda do estilo de vida e da relação do indivíduo com o próprio corpo e com a comida.
Os Conselhos Federais de Medicina e de Psicologia estabelecem que a avaliação é parte integrante do protocolo pré-operatório.
O objetivo é garantir que o paciente possua as condições psíquicas necessárias para compreender os riscos e benefícios do procedimento, assegurando o consentimento informado.
A avaliação busca identificar quadros de comorbidades e contraindicações que possam comprometer a segurança do paciente ou o resultado da cirurgia. Além disso, a cirurgia “opera o estômago, mas não opera a mente”.
O psicólogo avalia a capacidade do paciente de aderir ao rigoroso protocolo pós-operatório, que inclui:
Mudanças drásticas na dieta e mastigação.
Uso contínuo de suplementação vitamínica.
Prática regular de exercícios físicos.
Acompanhamento com a equipe multidisciplinar por toda a vida.
Não trabalhamos com o conceito de aprovação ou reprovação, e sim com a identificação de aptidão ou inaptidão temporária.
O objetivo do laudo não é criar um obstáculo, mas sim garantir a sua segurança física e emocional.
Em uma minoria de casos, é possível concluir que o paciente ainda não está pronto para o procedimento naquele exato momento.
Isso não significa que você nunca poderá operar, mas que existem fatores de risco que precisam ser tratados primeiro.
Muitas vezes, a inaptidão está ligada à ausência de uma rede de apoio funcional.
Se o sistema familiar do paciente é desorganizado ou sabotador, operar sem antes preparar esse ambiente pode gerar um sofrimento emocional intenso.
O trabalho do psicólogo é ajudar a reorganizar essas fronteiras familiares para que a família se torne um fator de proteção, e não de risco.
O número de encontros varia, conforme o caso, mas em média são necessárias de 4 a 6 sessões.
Sim.
O processo de avaliação inclui a participação de, no mínimo dois encontros, no Grupo de Acompanhamento Pós-cirúrgico.
Nesse grupo, você poderá ouvir histórias parecidas com as suas, dividir suas angústias, além de receber uma psicoeducação sobre as mudanças que terá em sua vida.
A avaliação psicológica para cirurgia bariátrica é um processo multidimensional que vai muito além de simples “testes”.
Ela investiga aspectos cognitivos, emocionais, comportamentais e relacionais que são preditores do sucesso a longo prazo.
O foco é construir um perfil biopsicossocial do candidato.
É comum que, após a fase inicial de adaptação e perda de peso significativa, surja a sensação de que “a missão está cumprida”.
No entanto, a experiência clínica e a literatura especializada mostram que o período de manutenção (geralmente a partir do 18º-24º mês) é o mais desafiador e onde o suporte psicológico se torna ainda mais crucial.
Participar de um grupo de acompanhamento não significa que você não está “bem”.
Pelo contrário, é um investimento proativo para consolidar e proteger os seus ganhos, é um momento para abordar a prevenção do reganho de peso e a adaptação à nova imagem corporal..
O ideal é que a participação semanal do grupo pós cirúrgico ocorra por, pelo menos, 18 meses, mas o ideal são 2 anos.
Seria uma transformação guiada, com um acompanhamento psicológico que respeita sua história e suas necessidades, em um momento que exigem clareza e suporte.
Ambas as modalidades são valiosas, mas no trabalho com grupos, as experiências individuais ecoam, mobilizando todos os integrantes para mudanças sustentáveis e ressignificando a relação com a comida e com o corpo.
Os pacientes ouvem relatos quase idênticos aos seus, quebrando o isolamento e reduzindo a vergonha e o estigma.
É a validação por pares.
Em um ambiente seguro, há o insight do terapeuta aliado à sabedoria coletiva, as experiências diversas e o suporte de múltiplas perspectivas em um único setting.
A aposentadoria é muito mais do que uma mudança na renda; é uma transformação profunda no significado da vida, na identidade pessoal e na dinâmica familiar. Buscar um psicólogo nessa fase não é um sinal de fraqueza, mas uma estratégia inteligente para enfrentar uma transição complexa e construir um novo projeto de vida com sentido.
O grupo é estruturado para abordar importantes pilares da transição: perda do status profissional, da rotina, do círculo social de colegas, da identidade atrelada ao trabalho; espaço para falar sobre sentimentos de vazio, medo e ansiedade, sem julgamento; perceber que essas reações são esperadas e universais nessa transição normativa; planejamento de uma rotina flexível, mas intencional, com blocos para saúde, aprendizado, socialização e ócio criativo.
A preparação psicológica ideal para a aposentadoria é gradual e intencional, e o tempo de antecedência varia conforme o grau de identificação da pessoa com seu trabalho.
Não. A participação de todos os membros em todas as sessões seria ideal, mas não é uma regra rígida.
A estrutura das sessões é estratégica e definida pelo terapeuta com base na hipótese sistêmica sobre o funcionamento familiar e nos objetivos terapêuticos.
Fale do seu sofrimento: “Eu estou me sentindo muito perdido(a) sobre como melhorar nossa comunicação, e eu gostaria muito que a gente tentasse, juntos, encontrar um jeito novo com a ajuda de um profissional.”
Desdramatize e normalize: “Terapia de casal não é só para crises.
Muitos casais vão para aprender ferramentas de comunicação, como um curso para o relacionamento.”
Proponha como um experimento: “Que tal a gente marcar apenas uma sessão de avaliação?
Sem compromisso de continuar. Só para ouvirmos uma perspectiva externa.”
Não. Esse é um equívoco comum que impede muitos casais de buscarem ajuda em momentos não-críticos.
A terapia de casal é, antes de tudo, um processo de aprimoramento da qualidade do vínculo.
Seu objetivo principal é melhorar a comunicação, a intimidade e o funcionamento do sistema conjugal, independentemente do desfecho da relação.
Atuo como Perita ou Perita Assistente Técnica em Varas de Família e Infância e Juventude, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
Na Justiça Gratuita ou Comum.
Tenho experiência nas áreas de guarda e regulamentação de visitas, destituição do poder familiar, adoção, alienação parental, avaliação da capacidade civil e processos socioeducativos.
CIRURGIÃO PARCEIRO:
Realizo avaliação psicológica, focada no preparo do candidato à cirurgia bariátrica, com um olhar sistêmico para um emagrecimento sustentável.
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A vida é feita de escolhas, e eu escolhi trabalhar com pessoas porque acredito no amor e no poder dos relacionamentos de toda ordem. Acredito na lealdade como um dos fundamentos básicos da confiança e acho que forças destrutivas e criativas fazem parte de todo relacionamento, seja familiar, amoroso ou consigo mesmo.